Epitáfio de Tibulo

Número

pt.004

Título

Epithafio de Tibulo poeta tirado por Joam Rroīz em Linguajem

Fonte latina original

Te quoque Vergilio… (lt.004)

Localização textual

Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, nº 488 (fólio 126v)

Língua(s)

Português medieval

Tradutor

 

Joam Rroiz de Saa (João Rodrigues de Sá ou João Rodrigues de Sá de Meneses) nasceu na década de 80 do século XV e faleceu a 25 de Janeiro de 1579. Frequentador assíduo da Corte, no tempo de D. Manuel, que lhe confia várias missões, foi também alcaide-mor da cidade do Porto, dedicando-se ainda a uma vida intelectual laboriosa que lhe permitiu ser considerado um latinista de craveira e um tradutor poético bastante competente (Fardilha, 2003: 305-306, 315-316; Ramalho, 1969, 350; Frade, 2012: 236-237).

De facto, no Cancioneiro Geral surgem inúmeras trovas em seu nome, entre as quais se destacam o conjunto de descrições sobre brasões de fidalgos portugueses ou diversas traduções de textos latinos, nomeadamente três cartas de Ovídio (das Heroides) e o Epitáfio de Tibulo. Há indícios de que possuiria bastantes obras clássicas na sua biblioteca (Tarrío, 2005: 167-186)

Contextualização da tradução

 

Tradução para Português Medieval do Epitáfio de Tibulo, atribuído a Domício Marso e transmitido no início da Vita Tibulli, texto atribuído a Suetónio. É um dos poucos poemas do Cancioneiro Geral que resulta de uma tradução de autores da Antiguidade Clássica e portanto sem qualquer relação com a Igreja. O gosto de João Rodrigues de Sá de Meneses por poemas clássicos não é invulgar, se tivermos em conta que, nos finais do século XV, obras de autores da Antiguidade clássica (como Ovídio, Catulo ou Propércio) começam a ser objeto de impressão em Itália, sendo possível que alguns exemplares tenham chegado a Portugal nos primórdios do século XVI (Tarrío, 1998: 266-268).

O texto terá sido escrito, como as outras trovas, entre 1449 e 1516, data em que o Cancioneiro Geral é publicado pela primeira vez. Esta obra reúne “muytas cousas de folguar e gentylezas”, ou seja, trovas palacianas e cantares peninsulares de mais de 300 poetas que se encontram escritos em português e castelhano e foram produzidos nas cortes de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel. A compilação foi levada a cabo por Garcia de Resende (1476-1536), que serviu D. João II, D. Manuel e D. João III. No Prólogo da obra, dedicada ao príncipe e futuro rei D. João III, refere-se a vontade de manter viva a memória da “arte de trouar, que em todo tempo foy muy estimada”.


Data

Provavelmente entre 1449 e 1516, período da compilação efetuada por Garcia de Resende.

Local

Eventualmente na zona norte do país (Porto), dado ser o local de origem do tradutor.

Alterações de estrutura/conteúdo

 

Poema onde se lamenta a morte de Álbio Tibulo. O texto português é uma tradução quase fiel do poema latino, embora João Rodrigues de Sá de Meneses tenha optado por modificações a nível estrutural e semântico, com o intuito não apenas de adequar o conteúdo às exigências rimáticas e rítmicas da língua portuguesa, mas também de tornar algumas passagens do texto latino menos obscuras para o seu público (Frade, 2012: 229-234).


Interferências textuais

Não existem interferências textuais.

Lista de testemunhos manuscritos

Não existem testemunhos manuscritos.

Lista de Edições antigas

Há vários exemplares da primeira edição (impressa) do Cancioneiro Geral, embora nem todos estejam completos (Dias, 1978 e 1998 e Philobiblon – BITAGAP):

1.     Cópia em microfilme desta edição impressa antiga encontra-se na Biblioteca Nacional de Portugal, que possui três exemplares da obra original de 1516 – Res. 110a, 111A e 112A. A obra está disponível em microfilmes (F. 6935, F. 6936, F. 6937, F. R. 136) e digitalização (http://purl.pt/12096 e http://purl.pt/12096/4/) (o fólio 126v encontra-se na página 264 da obra digitalizada em pdf). Ver manid 1013, copid 1058 e copid 1059.

2.     Um na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (Cota:  R-28-19). Ver copid 1063.

3.     Um na Biblioteca Pública de Évora (cota: CIM - Res. 233 - Olim Gab. E.6-C1d, n. 2). Ver copid 1064.

4.     Um no Paço Ducal de Vila Viçosa (com o número 45). Ver copid 1065.

5.     Um na Biblioteca da Ajuda (cota: 50-XII-41). Ver copid 1062.

6.     Um na Biblioteca de Menéndez Pelayo de Santander (cota: Olim R-IV-A 1606). Ver copid 1416.

7.     Um na Biblioteca Nacional de Madrid (cota R/529, Fondo antíguo, Sala Cervantes). Ver copid 1061.

8.     Um na British Library (cota: General Reference Collection C.20.e.21 – link: http://explore.bl.uk/primo_library/libweb/action/display.do?tabs=detailsTab&gathStatTab=true&ct=display&fn=search&doc=BLL01003076937&indx=1&recIds=BLL01003076937&recIdxs=0&elementId=0&renderMode=poppedOut&displayMode=full&frbrVersion=&fctN=facet_frbrgroupid&dscnt=0&vl(174399379UI0)=any&scp.scps=scope%3A%28BLCONTENT%29&fctV=189751439&frbg=189751439&tab=local_tab&dstmp=1348413442182&srt=lso01&mode=Basic&cs=frb&dum=true&tb=t&vl(freeText0)=cancioneiro+geral&vid=BLVU1. Ver copid 1060 e libid 111.

9.     Um na Biblioteca Nacional de Paris (exemplar com a cota RES G-YG-3 (microfilme - M-1434). Ver copid 1067 e  libid 342.

10.   Dois no The Hispanic Society of America (cota igual para os dois exemplares: * PQ9231 .R43 C21 1516). Ver copid 1069, copid 1068 e libid 119.

11.   Um exemplar pertença de D. Pedro de Portabella, de Barcelona (libid 287, copid 1417).

12.   Um existente na Real Biblioteca de Madrid, pertencente à coleção da Biblioteca do Conde de Gondomar (Ex Bibliotheca Gondomariensi), com a cota I. B. 18 (Olim X. H. 2 ou I. A. 1). Ver libid 129, copid 1317.

13.   Um existente em Balcarres (Escócia), pertença da Biblioteca de Lord Strangford.

14.   Um existente no Seminario Diocesano de Astorga, sob a cota FA 497 (copid 1811, libid 413).

 

Na base de dados Philobiblon – BITAGAP são referidos ainda exemplares desconhecidos e não localizados, nem todos da primeira edição: ver cnum 23230, copid 1629, copid 1628, copid 1627, copid 1066, copid 1626, libid 231.

 

O Cancioneiro Geral teve ainda reedições (Caruso, 1977: 159):

1.     Edição de E. H. von Kausler (3 volumes), Estugarda, 1846-52;

2.     Edição fac-similada de Archer M. Huntington, Nova Iorque, 1904;

3.     Edição de A. J. Gonçálvez Guimarãis (5 volumes), Coimbra, 1910-17;

4.     Edição de Kraus, reimpressão baseada na versão de Huntington, Nova Iorque, 1967.


A edição de Archer M Huntington (De Vinne, 1904), considerada rara, apresenta um fac-símile do Cancioneiro Geral e existe em várias bibliotecas, entre as quais encontramos

- a Universidade de Coimbra (cotas V.T.-1-6-6 e R-49-8 c.2.);

- a Biblioteca Nacional de Paris (cota: RES M-YG-4 e FOL-YG-6);

- a Biblioteca da Universidade de Valência (cota:  BH Sala 4/0518);

- a Cornell University Library (cotas Rare Books; ++ PQ9149.R43 1516a e Oversize; ++ PQ9149.R43 1516a);

- a Universidade de Paris-Sorbonne Paris 4 (cota Iberiques – RD 576);

- a Universidade Michel de Montaigne - Bordeaux 3 (cota BU LETTRES - Res 307);

- a Universidade de Cambridge (cota S743:01.a.1.4);

- a Universidade de Oxford;

- o Bowdoin College (cota Main Libr -folio PQ9149 .R4 1516a);

- o  Dartmouth College (cota 869.1 R31 P);

- o Trinity College (cota OLS X-1-697);

- a Universidade de Barcelona (cota Lletres - 167/3/15).

Há também a informação de cópias mais tardias, umas não localizadas (ver Philobiblon – BITAGAP, libid 135, manid 4128, texid 1013), outras duas existentes na Biblioteca de Estudos Humanísticos de Lisboa (Centro de História do Banco Espírito Santo). Estas últimas cópias, sem cota, são do século XIX (1851-1900) e estão escritas a letra cursiva em papel a três colunas, tendo 262 mm por 212mm de dimensão (ver Philobiblon – BITAGAP, manid 1944, manid 1943, libid 191, texid 1013 e Dias, 1998: 107).

Enquadramento dos testemunhos

 

Os testemunhos encontrados correspondem à edição príncipe do Cancioneiro Geral, impressa em 1516 na oficina de Hermão de Campos (Almeirim e Lisboa). Segundo Helena Dias e Ivo Castro (1976-77), é frequente haver diferenças entre exemplares da mesma edição, relacionadas sobretudo com a tipografia e ortografia dos textos. Partir do confronto entre diversos exemplares (cerca de dez), Dias e Castro (1976-77) identificaram um conjunto de variantes – faltas de palavras, de sílabas, de tipos; troca de tipos (como b por h, por exemplo) ou da posição de palavras; materiais usados na impressão; etc. – concluindo estar perante dois grupos de exemplares, um relacionado com o Reservado 110 da Biblioteca Nacional de Portugal e outro com o Reservado 112 da mesma biblioteca, sendo que há alguns exemplares que aparentam oscilar entre os dois. Foi avançada, assim, a ideia da existência de dois compositores que, em tempos distintos, teriam estado na origem da primeira edição do cancioneiro.

Dias (1998: 85-93) não concorda totalmente com a divisão operada por Dias e Castro: embora reconheça a existência de dois grupos de exemplares, encontra variantes triplas e pontos de divergência nos grupos criados por Dias e Castro. Concorda, sim, com a existência de dois compositores, aventando ainda a hipótese de Garcia de Resende ter sido o revisor da obra (93-96).

Outros dados

Segundo Helena Dias e Ivo Castro (1976-77), 102, “qualquer exemplar completo do Cancioneiro Geral (…) é constituído por 232 fólios em formato de 2º, ordenados em 30 cadernos do seguinte modo:

a)     Um caderno assinado A de 4 fols., inumerados, contendo o rosto, a «Tauoada de todalas cousas que estam neste lyuro», o «Prologuo» e uma gravura com as armas reais, emoldurada por tarjas;

b)     Um caderno assinado a de 6 fols., numerados de I a VI, contendo os primeiros poemas da compilação;

c)     27 cadernos de 8 fols. cada, com assinaturas seriadas de b a E (isto é: b a z, e A a E) e numerados de VII a CCXXII, com a continuação dos poemas. A principal particularidade deste bloco consiste em alguns exemplares terem fólios do caderno h assinados com f; há ainda vários erros de foliação e os fólios XL a XLIX também aparecem numerados XXXX a XXXXIX;

d)     Um caderno F de 6 fólios numerados de CCXXIII a CCXXVII com o fim da compilação; o último fólio não tem numeração e contém o cólofon, no rosto, e uma gravura emoldurada com as armas dos Resendes, no verso.”

Dias (1998: 86-90) analisa estas informações e encontra algumas discrepâncias relacionadas com assinaturas, numeração  ou variantes tipográficas.

 

Eis dados específicos sobre o estado de alguns exemplares:

1.     No caso das Cópias da Biblioteca Nacional de Portugal, que possui três exemplares da obra (http://purl.pt/12096 e http://purl.pt/12096/4/ - ver manid 1013, copid 1058 e copid 1059), conseguimos obter as seguintes informações:

a.     RES. 110 A: Exemplar repaginado e com dourados. A encadernação é em pele, mutilada e com esquadria dourada (BNP: http://purl.pt/12096 > ‘Ver registo completo’ > ‘Ver formato UNIMARC’). Possui quatro fólios preliminares, seguidos de 227 fólios com três colunas de texto escrito a gótico e um último fólio. Muitos fólios foram restaurados, tendo sido aparados e colocados em papel, pelo que parecem emoldurados. O colofão e as armas de Garcia de Resende estão em ordem inversa à de outros exemplares (Dias, 1998, 88, n.33; Caruso, 1977: 144).


b.     RES. 111 A: Exemplar com folhas mutiladas no canto superior direito. É COMPOSTO POR quatro fólios preliminares, seguidos de 227 fólios com três colunas de texto escrito a gótico e um último fólio. Tem também remendos e texto manuscrito. Há partes do texto  riscadas, embora legíveis O colofão é manuscrito. No rosto, apresenta o ex-libris de A. P[rincip]al Miranda Decano da Santa Igreja de Lisboa (BNP: http://purl.pt/12096 > ‘Ver registo completo’ > ‘Ver formato UNIMARC’). O colofão e as armas de Resende surgem na mesa posição do Res. 110A. O explicit e as armas estão em formato manuscrito (Caruso, 1977: 144).


c.     RES. 112 A (BNP: http://purl.pt/12096 > ‘Ver registo completo’ > ‘Ver formato UNIMARC’): Exemplar mutilado e restaurado. Ainda que possua a mesma sequência de fólios que os anteriores, faltam-lhe as folhas 63, 111 a 117, 224 a 227 e a última folha não numerada. A encadernação é em pergaminho e encontra-se mutilada (Caruso, 1977: 144).

 

2.     À cópia da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (Cota:  R-28-19 ) faltam várias folhas: a folha de título e as primeiras três (preliminares), as número 56, 61, 83 e a última. O volume, muito aparado, está encadernado e a sua lombada está gravada com ferros dourados. Os fólios estão restaurados, mas apresentam manchas de acidez e humidade, para além de picos de insetos. Há notas manuscritas. Este foi o exemplar, segundo Dias e Castro (1976-77: 100), que serviu de base às edições de Gonçalves Guimarães (1910-17) e Costa Pimpão (1973-74). Ver também Caruso, 1977: 145.

3.     O volume da Biblioteca Pública de Évora, em papel, é constituído por 231 fólios (quatro preliminares, seguidos de 227 de texto) com as dimensões de 220 por 170 mm, a três colunas. As folhas 138, 150, 200, 223 e 231 estão desaparecidas. As primeiras folhas, incluindo a de rosto, estão mutiladas. É escrito a gótico. As lacunas terão sido supridas por fotocópias (Caruso, 1977: 146; Dias, 1998, 88, n.33).

4.     Relativamente ao volume do Paço Ducal de Vila Viçosa, que sofreu um profundo restauro, em que surgiram vários fólios manuscritos, sabemos que é constituído por quatro fólios preliminares, seguidos de 227 fólios e um último fólio, sendo que faltam as folhas 128, 143 e 214. O texto está escrito em duas e três colunas, a gótico e com variação no número de linhas. Algumas folhas são fac-similes. A encadernação é antiga e possui ferros dourados (Caruso, 1977: 146; Dias, 1998, 86, n.31).

5.     Sobre o exemplar da Biblioteca da Ajuda (Cota: 50-XII-41), sabemos que se trata de um exemplar encadernado a carneira com quatro fólios iniciais, seguidos por 227 de texto e um final. A mancha tipográfica mede 245 x 175 mm (Caruso, 1977: 145). Pertenceu à biblioteca particular do rei Fernando II. Este emprestou-o ao Círculo Literário de Estugarda que, por sua vez, o utilizou como base para a edição de Kausler (Stuttgart, 1846, 1848, 1852). Ver Dias e Castro (1976-77): 100.

6.     Sobre o exemplar da Biblioteca de Menéndez Pelayo de Santander sabemos apenas que se trata do exemplar mais mutilado que se conhece.

7.     A cópia da Biblioteca Nacional de Madrid apresenta 232 fólios (com 4 preliminares e um final) escritos entre uma a três colunas. Alguns fólios estão mutilados (1-4, 28, 33, 67, 68, 143 e 174), outros estão manuscritos

8.     Sem indicações sobre a descrição física do exemplar da British Library, sabemos que  pertenceu à Biblioteca Régia de Carlos II de Inglaterra, sendo depois enviado para a Montagu House (no século XVIII). Possui encadernação do século XVII, faltando-lhe três fólios (Caruso, 1977: 149; Dias, 1998, 86, n.31).

9.     O exemplar da Biblioteca Nacional de Paris possui uma encadernação de luxo, em pele e com folhas douradas e ferros. Possui quatro fólios iniciais, seguidos de 228 fólios escritos em carateres góticos. Vários fólios foram reparados (Caruso, 1977: 147-148; Dias, 1998: 105).

10.   Sobre os exemplares do The Hispanic Society of America não possuímos informações.

11.   Sobre o exemplar pertencente a D. Pedro de Portabella, de Barcelona também não temos dados.

12.   O exemplar existente no Seminario Diocesano de Astorga está escrito em papel e é encadernado a pergaminho. Este exemplar não possui frontispício e último fólio e nele encontram-se mutilados outros fólios.

13.   O exemplar existente na Real Biblioteca de Madrid tem o tamanho de 303 mm por 210 mm, embora haja algumas variações: 280 mm por 205 mm ou 280 mm por 195 mm.

14.   Sobre o exemplar existente em Balcarres, sabemos apenas que se encontra truncado.

 

Edições

 

DIAS, Aida Fernanda, Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Maia, 1990, 6 vols.

RIBEIRO, Cristina A. (1991) Cancioneiro geral de Garcia de Resende. Apresentação crítica, selecção, notas, glossário e sugestões para análise literária. Lisboa: Editorial Comunicação.

PIMPÃO, Alvaro J. da Costa e DIAS, Aida Fernanda (1973) Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. Coimbra: Centro de Estudos Românicos.

MORÁN CABANAS, M. Isabel, Festa, Teatralidade e Escrita. Esboços dramáticos no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, Biblioteca F. Pillado Mayor, A Coruña, 2003. (edição parcial)

GUIMARÃES, António José Gonçalves (ed.) (1910-17), Cancioneiro Geral. Coimbra: Imprensa da Universidade.

ROCHA, Andrée Crabbé (ed.) (1973), Cancioneiro Geral. Lisboa: Centro do Livro Brasileiro.

FERREIRA, Maria Ema Tarracha (1994), Antologia do Cancioneiro Geral. S.l.: Biblioteca Ulisseia.

 

Obra online:

http://archive.org/details/cancioneirogeral00rese

http://bdalentejo.net/BDAObra/BDADigital/Obra.aspx?id=90#

 

Estudos

Bases de dados online

- sobre o Epitáfio de Tibulo:

Philobiblon – BITAGAP:

·         Manid 1013;

·         Texid 2123;

·         Cnum 2959;

 

 

- sobre o Cancioneiro Geral:

Philobiblon – BITAGAP:

·      Manid 1013

·    Copid 1058, copid 1059, copid 1060, copid 1061, copid 1062, copid 1063, copid 1064,  copid 1065, copid 1066, copid 1067, copid 1069, copid 1276, copid 1317; copid 1416, copid 1417, copid 1626, copid 1627, copid 1628, copid 1629, copid 1811;

·     Libid 104, libid 108, libid 109, libid 110, libid 111, libid 118, libid 119, libid 122, libid 129, libid 135, libid 170, libid 231, libid 233, libid 287, libid 342, libid 413;

·       Cnum 23230.

 

Referências bibliográficas

- sobre o Epitáfio de Tibulo:

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Notas